O multimilionário britânico William Ackman acordou com a sociedade de capital de risco 3G Capital a aquisição de 29% da Burger King. Com esta operação, avaliada em 1.400 milhões de dólares, espera-se que a cadeia de hambúrgueres volte a estar cotada em Wall Street, segundo comunicado enviado à Bolsa de Londres.
A empresa proprietária de Burger King é controlada pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. Os três controlam ainda a maior cervejeira do mundo, a Anheuser-Busch InBev.
A Yahoo vai proceder à maior vaga de despedimentos dos seus 18 anos de história. Esta é a primeira medida tomada pelo novo CEO da companhia, Scott Thompson, no sentido de relançar a empresa norte-americana. Ao todo, são dois mil os trabalhadores - 14% do total - que perderão o emprego na mais recente e drástica reestruturação da Yahoo. Até agora, a empresa tem falhado em recuperar o crescimento, mesmo após uma sucessão de executivos.
Os despedimentos seguem-se a uma análise que decorreu ao longo de dois meses, na qual Scott Thompson deixou clara a sua intenção de reduzir grande parte das operações da Yahoo. O executivo enfatizou, ainda assim, o regresso ao crescimento como a única hipótese da empresa de se manter entre as companhias líderes de internet.
As receitas actuais da Yahoo são pouco diferentes das registadas em 2006. Recorde-se que, desde então, tem-se assistido ao crescimento rápido e sustentado de empresas como Google e Facebook.
Daniel Erk, que documenta num blogue menções ao antigo ditador na cultura popular, diz que está farto de ver publicidade com o führer nos mais variados países.
O bigode de Hitler, o penteado, o seu queixo levantado e a sua voz aguda: perfeito para publicidade? Sim e não, diz o alemão Daniel Erk, que há cinco anos segue aparições de Hitler enquanto figura de cultura popular. Por um lado, ao escolher Hitler, é garantido que se vai conseguir atenção - como aconteceu esta semana com um anúncio a um champô turco. Por outro lado, é certo que esta atenção se vai centrar na figura e na polémica, e ninguém se vai lembrar do produto, garante Erk.
O autor do Hitlerblog, em que documenta presenças de Hitler ou de nazis na cultura popular, seja em projectos de arte na Alemanha ou música pop na Tailândia, contou ao PÚBLICO o que lhe passa pela cabeça de cada vez que vê um anúncio com o antigo ditador alemão. "Imagino uma sala com criativos da agência e a conversa que terão tido: "Vamos pôr o Hitler a fazer isto ou aquilo", e os outros a dizerem "sim, sim, isso é boa ideia". É-me difícil de admitir que ninguém na sala levante fortes objecções e que não se desista."
Neste mais recente anúncio, o ditador alemão fala no seu habitual tom zangado, gritando num comício: "Se não veste roupas de mulher, porque usa champô de mulher?", para depois indicar a alternativa, um champô "para homens a sério". "Quem fez esse anúncio tem uma percepção estranha da História e da figura de Hitler", critica Daniel Erk. A apresentação do líder nazi como alguém especial é enganadora, defende: "Ele era uma pessoa normal que beneficiou de uma série de circunstâncias históricas. Não era um Super-Homem."
A vitória da propaganda
De um certo modo, tudo isto é fruto, ainda, da máquina de propaganda nazi. Daniel Erk nota que não há uma vaga de aproveitamento de imagens de Mussolini, embora já tenha havido anúncios com outros chamados super-heróis negativos, como Bin Laden ou Mao Tsetung. Hitler tem traços especiais: por isso aparecem imagens de gatos, peixes, ou até casas parecidos com ele. "Isso não é coincidência", diz Erk: tudo isso se deve ao emprego de técnicas de marketing modernas pelos nazis.
"O bigode, o penteado, tudo foi pensado para chamar a atenção, para ser marcante." Ainda hoje é. Embora Daniel Erk se apresse a sublinhar que, obviamente, não resulta em termos ideológicos - ninguém vai olhar para estes anúncios e sentir uma afinidade com os ideais nazis. Mas "passa a ideia de que ele era uma pessoa especial".
No blogue de Daniel Erk (que é publicado no site do diário Tageszeitung, mais conhecido por TAZ, de esquerda), há vários exemplos de anúncios e, no seu livro So Viel Hitler War Selten (qualquer coisa como Raramente Houve Tanto Hitler, em tradução livre, publicado em Janeiro), tem um capítulo dedicado exclusivamente à publicidade.
Hitler vende pizza ("É possível fazer com que as pessoas acreditem que o céu é o inferno", diz um Hitler segurando numa fatia da cadeia Hell"s pizza, a pizza do inferno) ou chá (mais uma vez, a Turquia, onde Hitler é apresentado como um hippie - "Faz a paz com o mundo", dizia o líder alemão, transformado pelo chá de rosa do anúncio).
A figura do antigo ditador nazi também já foi usada por activistas: uma campanha da organização de defesa dos animais PETA comparava a busca da raça pura dos nazis à manipulação da raça pelos criadores de cães. Na Alemanha, nas poucas vezes que apareceram referências a Hitler em publicidade, uma foi num anúncio a preservativos (um espermatozóide com o bigode e penteado de Hitler, acompanhado pela mensagem: "Usa preservativo e certifica-te de que não vais trazer o próximo Hitler, Bin Laden ou Mao Tsetung ao mundo"). No mesmo ano, numa campanha por sexo protegido - em que se vê um casal num acto sexual, e quando a câmara revela que o homem era Hitler -, A sida é um assassino em massa era o slogan. As organizações de apoio a doentes com sida criticaram o anúncio, por ser ofensivo para os seropositivos.
Mas Daniel Erk não consegue apontar um anúncio de que goste. "Haverá exemplos mais ou menos. Mas o único de que me lembro é um do canal História. Mostrava Mugabe e Hitler e dizia qualquer coisa como: infelizmente, a história repete-se no History Channel". É um anúncio "aceitável", declara Erk. "Usar Hitler para vender vinho não é."Num mundo em que a ideia de fazer humor com Hitler já não é polémica (basta ver o número incrível de vezes que cenas do filme A Queda estão na Internet, com Hitler a expressar raiva seja por uma nova alteração no Facebook ou por uma escolha de um treinador de futebol), Erk queixa-se dos efeitos perversos da "banalização do mal". O que sobrevive são os clichés, ainda mais numa geração que verá mais Hitler em clips do YouTube do que ouvirá histórias de quem viveu sob o regime nazi.
Daniel Erk afasta a ideia de dedicar uma boa parte da sua vida profissional a Hitler (é freelancer e já trabalhou para várias publicações, desde a revista Der Spiegel ao site do jornal Die Zeit). Ironicamente, a ideia do livro surgiu quando ele propôs ao seu editor acabar com o blogue. "Não o quero continuar mais. Sinto que se está a repetir", desabafa. "Ao início, poderia ainda achar alguma piada ao absurdo, simplesmente pelo absurdo", diz. Mas agora já não há sequer o prazer da surpresa: "Já espero ver o Hitler em qualquer lado. Raramente tenho o prazer de encontrar algo interessante por acaso."
Os primeiros anúncios deixaram Daniel Erk "confuso e chocado". "Agora é só uma repetição. São demasiadas repetições."
Das diversas tarefas que um marketer tem no desenvolvimento de um web site, a escolha ou aprovação de uma palete de cores a ser utilizada é uma das mais importantes e que muitas vezes acaba por ser decidida com base no gosto pessoal (”gosto mais desta cor”, “acho que assim fica mais bonito”, etc…).
Felizmente existem regras que permitem aos marketers tomar uma decisão fundamentada e encaminhar os designers no projeto.
Infelizmente a maioria dos marketers (segundo inquérito online 9 em 10) não conhece estas regras e continua a tomar decisões com base no “acho que…”
PORQUE DEVO CONHECER A REGRA 603010?
A regra 603010 permite definir um esquema de cores que funciona na perfeição em qualquer site. O conhecimentos desta regra por parte dos marketers permite-lhes orientar os designers na criação de layouts para site que sejam mais apelativos, reflitam os valores da empresa e convertam em melhores resultados.
A REGRA DE COMBINAÇÃO DE CORES 603010 FUNCIONA SEMPRE?
A verdade é que estando a falar de design, nenhuma regra de escolha de cores é completamente infalível. O design também tem a ver com o gosto pessoal e ai é impossível haver regra.
Mas na parte científica do design (sim o design é uma disciplina que tem regras e valores científicos) existem regras que permitem aos designers criar layouts de sites que funcionem melhor e que vão de encontro ao que os marketers pretendem do site. Uma das principais regras e também das mais desconhecidas por parte dos marketers é a regra 603010 que permite escolher uma palete de cores que dará um aspeto unificado ao seu site.
Trabalhando com um designer que tem conhecimento da teoria da cor, a regra 603010 funciona a 100%.
A REGRA 603010 APLICA-SE APENAS AO WEB DESIGN?
Não! A regra603010 é uma regra “universal “do design e é aplicada em design gráfico, design de interiores, design de moda, etc…
COMO APLICA A REGRA 603010?
A regra 603010 estabelece que utilizando 3 cores em percentagens diferentes (60%, 30% e 10%) conseguimos criar harmonias cromáticas perfeitas.
A cor que escolhermos como cor principal do projeto deve ser usada em 60% do espaço do layout. A utilização massiva desta cor criar um tom unificador em todo o projeto. 30% do layout devem ser usados com a cor complementar à cor principal de forma a criar um efeito de contraste com a cor primária. Os restantes 10% serão utilizados com uma cor complementar à cor usada nos 60% ou nos 30%. Esta cor deve ser usada por exemplo em apelativos botões Call to Action.
ENTÃO SÓ USO ESTAS 3 CORES?
A regra 603010, apenas serve para definir as percentagens de uso das principais cores no site, depois pode e deve usar outras cores análogas para criar uma maior variedade cromática, ritmo e dinâmica ao seu projeto web.
A Sogrape acaba de adquirir em Espanha a empresa Bodegas LAN, uma unidade vitivinícola que, para além da operação principal na região de Rioja, onde pontifica a marca LAN, incorpora também a marca Santiago Ruiz, nas Rias Baixas, estando ainda presente nas regiões de Rueda e de Ribera del Duero.
Esta operação representa a entrada do líder português do sector num dos principais países produtores de vinho da Europa, reforçando assim a sua posição a nível internacional e enriquecendo o portefólio. “Com esta aquisição em Espanha, a Sogrape consolida o seu processo de internacionalização que, à semelhança do que já sucedera com Finca Flichman (Argentina), em 1997, Framingham (Nova Zelândia), em 2008, e Los Boldos (Chile), em 2008, passa pela presença da empresa nas regiões e origens de eleição para os consumidores, e pelo enriquecimento do seu portefólio com produtos de qualidade Premium”, lê-se no comunicado de imprensa.
Nas orientações estratégicas que a Sogrape definiu para o período de 2008-2013, «sempre esteve prevista a possibilidade de aproveitar uma oportunidade de negócio de aquisição de um player de dimensão relevante em origens seleccionadas como forma de garantir a sustentabilidade futura e reforçar a posição da companhia nos mercados prioritários», comenta Salvador Guedes, CEO da Sogrape.
Embora nos termos do contrato assinado com a Mercapital - o fundo de capital de risco espanhol que transaccionou a Bodegas LAN - os valores envolvidos no negócio sejam objecto de sigilo, o presidente da Sogrape reconhece que se trata de «um projecto ambicioso e ousado num enquadramento económico adverso», mas viabilizado pelo reconhecimento e apoio da banca portuguesa e espanhola. Nesta transacção a Sogrape teve como assessor financeiro o BBVA e como bancos financiadores o Santander Totta, o BPI e o CaixaBank (”la Caixa”).
O Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP) deliberou pela suspensão imediata da última campanha publicitária “Meo Fibra” da Portugal Telecom (PT) por esta desrespeitar, segundo o regulador, as regras da publicidade comparativa e da proibição de publicidade enganosa.
A deliberação deste órgão foi, de acordo com a agência Lusa, tomada a 29 de Março e resulta de uma queixa apresentada pela Optimus.
De acordo com o ICAP, a mais recente campanha “Meo Fibra”, que marca presença em televisão, imprensa, exterior e online, encontra-se “desconforme” com alguns dos artigos do Código de Conduta do ICAP e do Código da Publicidade, nomeadamente no que se refere à publicidade comparativa e publicidade enganosa. Nesse sentido, “a divulgação deverá cessar de imediato e não deverá ser reposta, quer na sua totalidade, quer em termos parciais, caso se mantenha o tipo de ilícito apurado pelo JE [Júri de Ética]“, determinou o ICAP, citado pela Lusa.
Na queixa apresentada, a Optimus considerou que a campanha da PT - que tem a assinatura “A verdadeira fibra é Meo” - “ofende os normativos ético-legais em vigor em matéria de veracidade e de livre e leal concorrência, neste caso, em sede de regulação de práticas de publicidade”, afectando a concorrência ao deixar passar a mensagem que apenas a Meo é que tem fibra.
Em resposta, a PT Comunicações, citada pela Lusa, defendeu que “os factos em causa não são enganosos” e que não existe “qualquer publicidade comparativa”, pelo que nega ter praticado “qualquer facto de ser qualificado como enganoso ou susceptível de induzir o consumidor em erro”.
Esta poderá ser a maior operação do ano, no sector cosmético. Um terreno que tem sido trabalhado a poucas mãos e onde gigantes como L’Oréal e Estée Lauder chamam a si grande parte do mercado. Mas desta vez o protagonismo é reclamado pela Avon, marca especializada em venda de maquilhagem por catálogo, que voltou a rejeitar ontem a oferta de compra feita pela sua concorrente americana Coty.
A proposta chegou as 10 mil milhões de dólares (mais de 7,5 mil milhões de euros), que valoriza cada acção da Avon em 23,25 dólares, noticia o espanhol Cinco Diás. Há cerca de um mês a Coty oferecia 22,25 dólares por título.
A insígnia de vendas por catálogo classificou a oferta da Coty de “oportunista”, acusando-a de “não beneficiar o melhor interesse dos accionistas”, asseverou em comunicado.
A proposta da Coty supõe um prémio de 20% sobre o valor dos títulos da Avon, aquando do seu fecho na passada sexta-feira (19,36 dólares por título). Os analistas consideram que, com esta recusa, a Avon pretende, na verdade, melhorar a oferta.
A proposta da Coty, refere a Avon, “não reflecte o valor fundamental da Avon e da sua franquia global em cuidades de beleza”. “Não constitui uma oferta real”, continua a marca. Os analistas consultados pela agência Bloomberg não partilham, no entanto, esta opinião. Eles defendem que o negócio da Avon se deteriorou nos últimos anos devido à estratégia comercial agressiva de grandes empresas de cosmética, que reduziram os seus preços e reforçaram a sua presença em mercados emergentes.
A Coty quer aproveitar para lançar mão ao mercado de venda directa. Um mercado onde os seus concorrentes ainda não se encontram e onde poderia introduzir as suas marcas de perfumaria, que vão desde a gama alta com nomes como Calvin Klein e Marc Jacobs, passando pela maquilhagem Lancaster e pelos perfumes de David Beckham e Jennifer López, os quais licencia.
Grupo alemão, que já tem licença do Banco de Portugal, iniciou o recrutamento e está ainda a definir a oferta de serviços.
O Volkswagen Bank, instituição financeira que pertence ao construtor de automóveis alemão, já tem licença para operar em Portugal. Segundo apurou o Diário Económico o Volkswagen Bank estará apto para iniciar a actividade no mercado nacional em Junho próximo. "Estamos a definir o tipo de produtos e serviços que o banco vai disponibilizar no mercado português," confirma fonte ligada ao Volkswagen Bank em Portugal.
A instituição financeira recebeu a licença do Banco de Portugal a 14 de Fevereiro passado, e neste momento, já trabalham para o banco 30 pessoas. Contudo, a fase de recrutamento irá continuar. Apesar de ainda não disponibilizar dados sobre a operação em Portugal, fonte ligada ao processo explica que "o Volkswagen Bank não irá funcionar como um banco de retalho e, como tal, não terá agências. Vamos apoiar as marcas do grupo Volkswagen em Portugal".
Nos países onde o banco está presente, os colaboradores do grupo VW recebem o ordenado através desta instituição, mantêm o fundo de pensões através dele e conseguem financiamentos ao consumo com taxas mais vantajosas. Além disso, qualquer pessoa que vá comprar um carro a um concessionário das marcas poderá recorrer ao financiamento através do Volkswagen Bank.
Em Portugal, se houver regalias para os trabalhadores afectos ao grupo VW, o potencial de clientes do banco ultrapassa, à partida, os cinco mil - número que inclui 3.603 pessoas da fábrica VW Autoeuropa e 2.400 colaboradores directos da rede de concessionários ligada às marcas do grupo alemão.
Apesar de durante muito tempo o Google ter ignorado a publicidade nas meios ditos tradicionais, agora a estratégia está a mudar. Segundo o The Wall Street Journal, nos EUA o Google está a investir bastante em anúncios em televisão, revistas e jornais de maneira a promover os seus produtos, nomeadamente o Chrome e o Google+.
Segundo a mesma publicação, a percentagem das receitas que a empresa destina à publicidade agora é praticamente a mesma que as concorrentes Apple, Microsoft e Yahoo.
Em 2011, o Google quase quadruplicou o investimento em publicidade nos EUA em comparação com o ano anterior - 213 milhões de dólares contra 56 milhões de dólares. Desse montante, a maioria vai para a internet, mas 69,3 milhões de dólares foram para a televisão, quando no ano anterior o montante não passava dos 6 milhões e absolutamente nada antes de 2008.
multinacional americana Procter & Gamble irá participar amanhã no West Regional Meeting Aveiro 2012, um encontro internacional de alunos promovido pelo grupo local de Aveiro da Board of European Students of Technology (BEST).
O West Regional Meeting Aveiro 2012, que arrancou hoje e termina no próximo dia 2 de Abril, junta os diversos grupos locais da BEST situados em Portugal, Espanha e França. O evento “pretende fortalecer relações e conhecimentos através de diversas formações e partilha de experiências, sobre temas relevantes para a evolução dos membros e da organização”, revela a organização em comunicado.
A Procter &Gamble, que é parceira internacional da BEST, vai participar na sessão de abertura do segundo dia do evento, onde irá apresentar a empresa e os seus projectos. Desta forma, os alunos europeus de Ciências, Engenharias e Tecnologias que participam no evento poderão “conhecer mais de perto esta multinacional de sucesso, o que se revela uma óptima oportunidade para estabelecer contactos para o futuro”, refere a BEST Aveiro.
Para além dos encontros regionais que ocorrem, nesta altura, por toda a Europa, a BEST promove um encontro maior, denominado Assembleia Geral, que este ano decorrerá em Paris, entre 12 e 20 de Abril, juntando representantes de todos os grupos BEST no “Velho Continente”.
Foi retirada das estações televisivas da Turquia uma campanha publicitária a um champô que recorria a imagens de um discurso de Adolf Hitler. A campanha, assinada pela agência M.A.R.K.A, foi retirada do ar por iniciativa da agência depois de ter recebido fortes críticas, especialmente da comunidade judaica daquele país. O anúncio manipula um discurso autêntico do líder nazi para publicitar um champô “100% para homens”. “Porque usa champô de mulher se não veste roupa de mulher?”, questiona Hitler em turco, com legendas em alemão.
Em declarações à agência noticiosa Efe, citadas pela Exame brasileira, o responsável pela associação turca dos criadores de publicidade, Ilyas A. Bassoy, dirigiu fortes críticas ao anúncio da M.A.R.K.A.«A agência tem a sua própria ética, mas este anúncio vai contra a ética humana», asseverou.
Como é que a morte de um adolescente pode aumentar as vendas de uma marca de doces? E como é que a mesma ligação pode ameaçar a imagem dessa marca?
Estas são duas questões a que a Skittles aparentemente não estava preparada para responder. Mas, afinal, que marca estaria?
Trayvon Martin era um jovem afro-americano, de 17 anos, como tantos outros. Mas com a sua morte, no passado dia 26 de fevereiro, veio reabrir velhas feridas na sociedade americana. O crime, cujos contornos exatos ainda estão por explicar – e talvez nunca venham a ser explicados na totalidade – trouxe a público o debate sobre o racismo. Poderá Trayvon ter sido confundido com um criminoso pelo vigilante que o matou pelo simples facto de ser negro? As versões das testemunhas são inconsistentes, há quem jure ter ouvido o jovem pedir socorro antes de morrer. O vigilante garante que Trayvon o terá atacado e que terá sido obrigado a disparar para salvar a própria vida.
Enquanto a morte de Trayvon não é explicada, as homenagens e os protestos sucedem-se. E a Skittles, sem querer, acabou por se tornar um símbolo da morte do jovem que tinha consigo um pacote dos populares doces.
“Os doces têm sido empulhados em memoriais, enfiados nos bolsos de milhares de pessoas que apareceram em marchas em seu nome e enviados para o Departamento de Polícia de Sanford para protestar contra a falta de uma detenção no caso [o vigilante não foi preso]. Como a camisola de capuz que [Trayvon] estava a usar, os doces foram transformados num ícone cultural, um símbolo de injustiça racial que sublinha a juventude de Trayvon e as circunstâncias em torno da sua morte. Mas nos escritórios da empresa que fabrica os Skittles, a Wrigley, e na sua empresa-mãe, a Mars, o novo nível de fama da Skittles tornou-se rapidamente uma crise de marketing que ameaça danificar a empresa ainda que as vendas estejam a aumentar”, escreve Kim Severson, no New York Times.
O grande problema que a Skittles tem, agora, em mão, são as acusações de que estará a lucrar com a tragédia de Trayvon e que, assim sendo, deveria doar esse dinheiro à família de Trayvon ou a organizações que têm como objetivo promover a reconciliação racial. “Alguns afro-americanos estão inclusive a pedir às pessoas que parem de comprar Skittles até a companhia se envolver mais na sua causa e doar dinheiro”, refere a jornalista do NYTimes.
Acidade do Porto foi eleita o “Melhor Destino Europeu 2012″, numa escolha feita entre 20 cidades previamente selecionadas por um júri da Associação dos Consumidores Europeus.
«Para o “Porto e Norte de Portugal” este é indubitavelmente mais um motivo de grande orgulho e uma enorme motivação para continuarmos o caminho que temos vindo a percorrer, trabalhando apaixonadamente no sentido de alcançarmos a merecida notoriedade, em termos nacionais e internacionais», diz em comunicado Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Este responsável destaca «o vinho do Porto, o Centro Histórico - classificado Património da Humanidade -, os museus, os parques e jardins, bem como lojas de moda, de criadores nacionais e internacionais», como algumas das virtudes do Porto, sublinhando também a qualidade da oferta e o saber receber.
João Paulo Seara é o novo director de Marketing da Sonae MC, substituindo no cargo Miguel Osório, que se mantém como administrador com o pelouro de Marketing. João Paulo Seara, que integra os quadros da Sonae desde 1994, explicou ao Meios e Publicidade que, com a nomeação, não houve alterações na estrutura de Marketing.
Até aqui o profissional ocupava o cargo de director executivo do projecto da Sonae MC para o mercado angolano. Desde 1994, assumiu já funções enquanto category manager, business unit director, operations director e director comercial da Sonae Distribuição.
Recorde-se que a Sonae MC é o braço da Sonae responsável pela área de retalho alimentar. Continente, Continente Modelo e Well’s são alguns dos formatos abrangidos pela Sonae MC.
Arranca hoje a campanha publicitária de Super Bock que apresenta a nova assinatura da marca, “A Vida é Super”. O filme torna visível a aposta da Super Bock em associar-se e em projectar o crescimento exponencial do “Bom. Óptimo. Super”, uma métrica que, segundo a Unicer, se irá estender “de forma transversal aos territórios de comunicação da marca - Futebol, Música e Verão -, a todos os pontos de contacto com o consumidor e às actividades on e offline”. «Hoje, mais do que nunca, é preciso lembrar que a vida também é feita de bons momentos que, na sua grande maioria, são simples e acompanhados daqueles que mais gostamos. Com a nova assinatura queremos reforçar a importância desses momentos e desafiar os consumidores a transforma-los em momentos Super», explica em comunicado João Esteves, director de Marketing Cervejas da Unicer.
O filme - rodado na baixa de Lisboa - mostra uma jovem que capta as atenções quando, ao passar por uma conduta de ar, vê o seu vestido levantar. A acção termina com dois operários, no interior da conduta de ar, a beberem uma Super Bock, e que olham para cima no momento em que o vestido levanta, captando o que a marca descreve como “o seu momento Super”.
Esta campanha - a primeira da Euro RSCG para a Super Bock - será declinada para vários suportes. Além de televisão, estará presente em exterior (mupis e outdoors), imprensa e online.
Quer correr depois de um dia de trabalho, ao ar livre, mas não sabe onde trocar de roupa, deixar a mala do portátil e tomar banho depois? Se viver em Tóquio, no Japão, a Adidas tem uma solução para si. Chama-se “Runbase” e é um espaço estrategicamente localizado a alguns quarteirões do Palácio Imperial, próximo de uma grande estação de metro.
Na “Runbase” os corredores podem alugar um cacifo e uma cabine para tomar banho. Este centro funciona, ainda, como um espaço onde a Adidas vende um conjunto variado de ténis e outros equipamentos de corrida. No local são promovidos vários eventos de corrida e é disponibilizada a ajuda de colaboradores, que dão sugestões de treino. Os visitantes podem mesmo alugar ténis de corrida da Adidas por 100 yen (0,90 euros).
Dave Thomas, vice-presidente de Marketing da Adidas no Japão, adiantou que, de momento, a “Runbase” está apenas disponível no Japão, ainda que existam mais braços da marca, noutros mercados, interessados no projecto.
O Japão é um dos cinco mercados globais mais importantes da Adidas. De acordo com o site Creativity, o que distingue este país dos restantes são os seus consumidores tecnológicos, conscientes e com estilo, o que faz com que o mercado tenha características únicas para testar inovações de produto e de marketing. A TBWA/Hakuhodo é a agência da Adidas no Japão.
Arrancou ontem a mais recente campanha institucional do Grupo EDP intitulada “Pela Energia do Amanhã” que se manterá no ar durante quatro semanas em televisão, imprensa, rádio, internet, cinema e outdoor. A campanha é protagonizada pelos filhos de colaboradores da EDP, dos vários países onde o Grupo está presente. Daí que as filmagens tenham decorrido em Portugal, Brasil e Estados Unidos, num total de quatro dias.
A campanha mistura elementos 3D com imagens reais e com os testemunhos das crianças que “explicam de forma divertida e muito própria o que fazem os seus pais na EDP”, refere a marca em comunicado. A música volta a ter a assinatura dos The Gift, desta vez em colaboração com as vozes do Coro de Santo Amaro de Oeiras.
A campanha conta com assinatura da BAR, realização da Diamantino Filmes e produção da Caravan.